A renovação catarinense ainda tardia.

Estamos iniciando o processo eleitoral do ano de 2018, podendo escolher os governantes que irão trabalhar pelos próximos quatro anos. Olhando para o cenário eleitoral em SC, observamos uma curiosidade. Os candidatos são os mesmo que durantes anos estamos a acostumados a ver.

Para o cargo ao governo, novos nomes, mesmas alianças e conchavos. já para o cargo ao senador a situação fica ainda mais grave, os mesmos que durante anos dominam o cenário político em Santa Catarina.

Quando olhamos para o plano de governo dos candidatos que disponibilizaram o documento, constata-se que os principais temas da campanha, são tratados de forma genérica como em todos os anos anteriores.

Enquanto ansiamos por renovação na política, os de sempre insistem em nos impor os mesmos nomes que já rejeitamos, com o aval de todo o sistema brasileiro que dificulta a liberdade e a democracia no nosso país.

Aqui em Santa Catarina entramos com um pedido de candidatura independente para cargo de deputado estadual, candidatura essa que foi inicialmente negada pela justiça. (https://www.nsctotal.com.br/colunistas/anderson-silva/tre-sc-nega-liminar-a-candidato-a-deputado-estadual-sem-filiacao).

Essa decisão nos obriga a ser filiado a um partido político por pelo menos seis meses antes do pleito. Esse sistema favorece justamente os “Caciques” que conhecemos muito bem, enquanto isso, os que querem realmente a mudança, não tem espaço dentro desse sistema, que privilegia donos de mandatos que já exercem cargos públicos e tem posse da máquina estatal.

Outro ponto que dificulta a renovação, é a disposição do eleitor em mudar esse sistema.

Precisamos renovar nossa política “É Insanidade fazer a mesma coisa repetidamente e esperar resultados diferentes”.

É óbvio que devemos olhar para Brasília e buscar a renovação para o nosso país, mas não podemos deixar de olhar para o nosso quintal. Se queremos a renovação, que comece pela nossa casa.

 

Comentários

comentários